"
“Prosadora maravilhosa!”
“Mais uma vez, um contentamento. Como você escreve bem. Como eu fico contente. E eu percebo que é uma escrita de quem tem se desafiado, estudado; não tem sido condescendente consigo mesma. Tem pedido de si. Muito interessante, muito interessante. Você está independente, é algo na sua forma ela mesma. É um texto sofisticado, é uma linguagem sofisticada. Não é por conta do que fala, mas é como fala, as palavras. No começo, o texto já diz: ‘Eu vim, e isto é bom’. O seu tem isso, esse começo, quando a gente lê, diz: ‘Opa, aqui há força’. É algo da linguagem mesmo, coisas escolhidas. Há a coisa de uma sofisticação.”
- Nilton Resende
Escritor, contista, poeta, diretor, dramaturgo, roteirista, ator; diretor do premiado ‘A Barca’, baseado no conto homônimo de Lygia Fagundes Telles (de quem Nilton teve a honra de ser pupilo). Mestre e Doutor, Professor Adjunto de Literatura da UNEAL.
"
“Sinceramente, a primeira coisa que me veio à cabeça foi: poesia em prosa, riqueza de linguagem...”
- Christine Hernandez
Contadora/RH
"
“Este é um trabalho muito significativo. Considero interessantes a sua escrita e pensamento, e de uma ‘imaginalidade’ com ótimas sequências intuitivas. É mais parecido com o meu próprio trabalho.”
- Richard Grossinger
Escritor americano, curador da Sacred Planet Books, membro do conselho editorial da Inner Traditions, fundador e antigo editor da North Atlantic Books e coeditor fundador da ‘Io’, uma revista literária interdisciplinar seminal que existiu de 1964 a 1993.
"
“Concluí a leitura do ‘O Mergulho’. Muito bom mesmo! Muitas reflexões, algumas ansiedades. Agora em período de gestação e observação. Atualmente existem muitos livros que ‘cagam’ regras sobre o Ser... Um saco! A sua obra é original, autêntica, inteligente, interessante. O seu livro me prendeu. Me surpreendeu. Recomendei para cerca de 40 pessoas.”
- Marcello Melo
Psicólogo
“Estou mais perdido do que átomo gerado em laboratório; não sei o que pedem de mim... Passa-se um minuto e aí (sim!) percebo só uma mandala flutuando na mesa. Que visão heroica: nem comecei este feito ainda e isso aqui tudo já me parece uma vida inteira; penetrar cinco vidas assim, do nada, como uma cigana de rua; do nada espreitar as fábulas de desdobramentos enormes que virão a ser, e ainda assim, é apenas a vida de uma única alma.”
- trecho de “O Mergulho”